As palavras são do amado Zé. Quando ele viveu essa história eu era pequerrucha e fiquei na casa dos meus avós. O texto é lindo e uma singela homenagem para essa grande mulher, que representou muitos e muitos jovens durante o período da ditadura e que deve ser exemplo para nós, que por vezes ficamos inertes aos absurdos do dia-a-dia.
O texto está aqui.
A conheci em um documentário sobre o Bob Dylan. Gostei, fiquei curiosa e esqueci.
Anteontem soube de sua morte e senti um vazio por conhecer apenas uma música.
Baixei alguns discos: The tin Angel, Sings ballads and blues, Sings Dylan.
Estou apaixonada!
Contemplação
Fé
Anestesia
Pausa
Velas
Veia
Imagem
Alimento
Divindade
Ligação
Arrepio
Profundidade
Sorriso
Naturalidade
.MC.
Este caderno é meu. E é proibido
Arrancar “issozinho” do caderno
Pra quem tiver a “ursada” cometido –
– Caldeiras de aço líquido – no inferno!
Quem de “papel” tiver necessidade
Por “aperto” ou razões outras quaisquer
Há muitas papelarias na cidade
Ou cá na Gávea mesmo, se quiser.
Mas bulir neste bloco eu não permito
Não façam tal “papel” porque eu me irrito
A cleptomania é um feio vício!
Não é usura não. A coisa é nossa
Temos o mesmo sangue, a mesma bossa:
– Somos oficiais do mesmo ofício!
Vinicius de Moraes (sem data)