Quando a garganta fica travada,
Com um nó que não desata,
É impossível conter as lágrimas.
O nó não dói
O nó não aperta
Mas o nó não solta
Quando o rosto fica úmido,
Com as lágrimas que escorregam,
É impossível conter o sorriso.
As lágrimas não salgam
As lágrimas não choram
Mas as lágrimas não cessam
Sabe, tudo isso é saudade.
.MC.
As palavras são do amado Zé. Quando ele viveu essa história eu era pequerrucha e fiquei na casa dos meus avós. O texto é lindo e uma singela homenagem para essa grande mulher, que representou muitos e muitos jovens durante o período da ditadura e que deve ser exemplo para nós, que por vezes ficamos inertes aos absurdos do dia-a-dia.
O texto está aqui.
Os olhos correm em direção ao sim.
Quero te pedir em casamento.
Uma vez. Pra celebrar.
Nós.
Só.
Casamento de dois.
De vida que segue em alegria duplicada.
De sol e chuva parindo o arco-íris.
Também quero te pedir uma canção,
Que estampe o tempo de agora.
Pra eu cantar para as nuvens
E dançar como um dervish.
.MC.
Deriva dele a melodia que se proclama no tempo.
Do sopro, de sobressalto.
Aos poucos, em movimentos lentos,
A árvore daqui dança com o vento.
O sopro adormecido agora é sinfonia,
E a cantiga que se calava… sopra, sopra, sopra…
.MC.
A conheci em um documentário sobre o Bob Dylan. Gostei, fiquei curiosa e esqueci.
Anteontem soube de sua morte e senti um vazio por conhecer apenas uma música.
Baixei alguns discos: The tin Angel, Sings ballads and blues, Sings Dylan.
Estou apaixonada!
Contemplação
Fé
Anestesia
Pausa
Velas
Veia
Imagem
Alimento
Divindade
Ligação
Arrepio
Profundidade
Sorriso
Naturalidade
.MC.
Só pra deixar registrada a minha alegria ao ler no MySpace deles que em Novembro tocarão por aqui. Vai lá e confere.
E pra comemorar, aproveitando que a chuva deu sinal de vida: “Happy when it rains”.
Plac! Plac! Plac!
.MC.